'Perdi 32 parentes na guerra', diz sírio de Guta Oriental que fugiu para o Brasil
Em Osasco desde 2014, o cozinheiro Mohamad Algohorani conta como vivem os amigos e familiares que ficaram em uma das regiões sírias mais atingidas por bombardeios nos últimos dias.
Por Flávia Mantovani, G1
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“Por favor, mandem ajuda para comprar comida. Só preciso de comida para
as crianças.” Sentado em uma mesa de sua lanchonete em Osasco, o
cozinheiro Mohamad Algohorani, de 35 anos, mostra o celular com
mensagens como essas em um grupo de Whatsapp.
Os apelos chegam diretamente de Guta Oriental, região dominada pela oposição nos arredores de Damasco que se tornou alvo de uma das ofensivas mais sangrentas por parte do governo sírio e da Rússia na última semana.
São amigos, conhecidos e ex-vizinhos de Mohamad que não tiveram a mesma
sorte que ele e não conseguiram sair de sua localidade, Ein Tarma,
antes que ela fosse cercada pelas forças do presidente Bashar al-Assad,
em 2013.
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