Com novas diretrizes, BNDES vai cobrar taxas maiores
Rio (AE) - Um novo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mais enxuto e focado, começou a surgir ontem, com o anúncio de mudanças nas diretrizes de sua política operacional. Na prática, as taxas subirão para as empresas em geral e juros subsidiados ficarão restritos a projetos prioritários, como infraestrutura, energia renováveis, transporte coletivo urbano, transporte hidroviário e ferroviário e inovação tecnológica.
Adriano Abreu

Parque eólico no RN: Projetos
de energias renováveis estão entre os que ainda terão subsídio
Tudo isso para o banco precisar menos dos aportes do Tesouro Nacional, que nos últimos anos tornaram-se sua principal fonte de recursos - mas geraram um custo nas contas do governo de cerca de R$ 30 bilhões este ano, ou 0,58% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo cálculos do economista Gabriel Leal de Barros, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), feitos a pedido do jornal O Estado de S. Paulo.
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