As finanças do Flamengo em 2018: após seis anos de reestruturação, chegou a hora de se impor
Rodolfo Landim herdou um clube com receitas em alta, dívidas controladas e R$ 100 milhões para investir – e decidiu ser ainda mais agressivo. Será possível bancar tanto investimento?
São Paulo
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— Foto: Infoesporte
Rodolfo Landim se elegeu presidente do Flamengo
em dezembro com uma aura, digamos, para lá de arriscada. Em oposição a
uma diretoria que ficou marcada por ter feito uma excelente porém pouco
vitoriosa administração, a de Eduardo Bandeira de Mello, a chapa de Rodolfo levou a campanha adiante como aquela que finalmente daria títulos ao clube rubro-negro. "Din, din, din, campeão é o Landim"
era o canto da torcida pessoal do candidato no dia da eleição.
Personificar o dirigente vitorioso antes mesmo de sê-lo representa um
risco para qualquer um. Nada garante títulos. A felicidade de Landim,
pelo menos, é que dinheiro para aumentar a probabilidade há.
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