Governo adia aumento de imposto para bebidas
Brasília (AE) - Para evitar corte de investimentos e demissões de trabalhadores, o governo federal recuou e adiou o aumento de impostos sobre as chamadas bebidas frias, que começaria no dia 1º de junho. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a maior tributação de refrigerantes, cervejas, energéticos, isotônicos e refrescos entrará em vigor no início de setembro, e ocorrerá de maneira escalonada. A decisão foi anunciada depois de o ministro ter se reunido com a presidente Dilma Rousseff e, em seguida, com representantes de empresas de bebidas, hotéis e bares. O ministro afirmou que a tabela de aumento dos impostos tinha divergências e foi suspensa para ser revista.
Roosevelt Pinheiro
Mantega: pacto para não haver
aumento de preços na Copa
“Fizemos um pacto com o setor para não haver aumento de preços durante a Copa. Será uma Copa sem aumento de preços de bebidas”, afirmou o ministro, em referência ao mundial, previsto para junho. As empresas também se comprometeram, segundo Mantega, a continuar expandindo e a não demitir.
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